Pedras de Penedo: quando a memória da cidade ganha voz
- Imperial Coro DO Penedo

- há 1 dia
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Uma canção que transforma a história, a arquitetura e a identidade de Penedo em poesia!

Há cidades que guardam suas histórias em livros, fotografias e monumentos. Penedo, às margens do Rio São Francisco, guarda também sua memória nas pedras, nas fachadas, nos sobrados, nas igrejas e em cada canto de seu centro histórico.
É desse sentimento de pertencimento e de admiração pela cidade que nasce “Pedras de Penedo”, uma composição que transforma a própria paisagem penedense em personagem. A canção imagina aquilo que muitos moradores e visitantes já sentiram: se as pedras de Penedo pudessem falar, teriam muitas histórias para contar.
A música destaca a beleza e a importância histórica da cidade, evocando seus sobrados, suas igrejas coloniais e suas varandas, elementos que ajudam a construir a identidade de Penedo e revelam, ao longo do tempo, o patrimônio deixado por diferentes gerações.
O verso “Se as pedras falassem, as de Penedo falariam” funciona como uma verdadeira declaração de amor à cidade. As pedras deixam de ser apenas parte da arquitetura e passam a representar a memória viva de um povo, testemunhando acontecimentos, personagens, tradições e transformações que marcaram a história penedense.
A canção também apresenta Penedo como uma cidade aberta ao encontro:
“Penedo é uma porta aberta para o mundo, Penedo vai, Penedo vem, Penedo é terra de quem quer bem.”

É uma imagem especialmente bonita de uma cidade que, ao mesmo tempo em que preserva suas raízes, recebe pessoas, culturas e histórias. Penedo é apresentada como lugar de passagem, acolhimento e convivência, mas também como território de pertencimento.
Uma obra que atravessa gerações
“Pedras de Penedo” possui ainda um significado especial para a história da música e da cultura local. O arranjo foi realizado pelo Maestro Benedito Fonsêca, em 06 de fevereiro de 1991, em Maceió - AL, registrando uma etapa importante da trajetória dessa obra.
Ao recuperar e divulgar essa canção, o Imperial Coro do Penedo contribui para manter viva uma parte da memória musical da cidade. Afinal, preservar a cultura não significa apenas guardar documentos do passado, mas também fazer com que as obras continuem sendo cantadas, conhecidas e compartilhadas pelas novas gerações.
Nesse sentido, “Pedras de Penedo” dialoga profundamente com a própria missão de um coro que há mais de duas décadas dedica-se à música e à valorização da identidade cultural penedense.
As pedras que continuam falando
Penedo mudou, cresceu e atravessou diferentes momentos de sua história. Mas suas pedras continuam ali.
Continuam nas igrejas, nas ruas, nos sobrados e nas construções que formam uma das paisagens urbanas mais marcantes de Alagoas. E, para quem conhece e ama a cidade, elas parecem realmente falar — não com palavras, mas através das lembranças que despertam.
É por isso que “Pedras de Penedo” permanece atual. A canção nos convida a olhar para a cidade com atenção, reconhecer o valor de seu patrimônio e compreender que cada parede, cada janela, cada varanda e cada pedra carregam uma parcela da história de Penedo.
Se as pedras falassem, certamente teriam muito a contar.
E enquanto elas permanecem em silêncio, a música se encarrega de dar voz à memória.
🎵 PEDRAS DE PENEDO
Se as pedras falassem, ah! As de Penedo falariam, diriam para o mundo a sua bela história, leal e valorosa, cidade dos sobrados, igrejas coloniais, varandas, que a todos mostram seu valor.
Penedo é uma porta aberta para o mundo, Penedo vai, Penedo vem, Penedo é terra de quem quer bem; Se as pedras falassem, as de Penedo falariam.



Penedo é uma porta aberta para o mundo!